TL;DR — Leia em 60 segundos
- 78% das brechas exploradas por atacantes começam em ativos que a própria empresa não sabe que existem, como servidores esquecidos, subdomínios antigos, APIs não documentadas e credenciais expostas em repositórios.
- Vulnerabilidades técnicas não mapeadas são hoje o principal vetor de acesso inicial em ataques de ransomware, vazamentos de dados e fraudes digitais no Brasil.
- Sem inventário contínuo de ativos, gestão de superfície de ataque externa e governança integrada ao negócio, qualquer programa de segurança é incompleto.
- A solução exige visibilidade total, automação, SOC 24x7 e processos maduros de resposta a incidentes, integrados a compliance e LGPD.
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Se sua empresa não tem certeza absoluta de que todos os seus ativos digitais estão mapeados e monitorados, há uma alta probabilidade de que existam vulnerabilidades invisíveis prontas para serem exploradas. A pergunta não é se existe exposição, mas qual é o tamanho dela e por quanto tempo permanecerá oculta.
A Decripte disponibiliza um diagnóstico inicial gratuito por meio do Intelligence Center. Em menos de cinco minutos, você obtém visão preliminar da sua exposição externa, incluindo possíveis ativos não mapeados e riscos associados. Esse é o primeiro passo para transformar incerteza em estratégia concreta.
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A governança de vulnerabilidades não mapeadas começa com visibilidade. E visibilidade começa com ação imediata.
