TL;DR — Leia em 60 segundos
- 87% das brechas exploradas por cibercriminosos começam em ativos esquecidos: servidores antigos, subdomínios abandonados, APIs não documentadas e sistemas legado fora do radar do time de segurança.
- Vulnerabilidades técnicas não mapeadas são hoje o principal vetor de ransomware, vazamento de dados e invasões silenciosas em empresas brasileiras.
- O problema não é apenas técnico, mas de governança: ausência de inventário contínuo, falhas de integração entre TI e segurança e shadow IT descontrolado.
- A solução passa por descoberta automatizada de ativos, gestão de superfície de ataque, monitoramento 24x7 e processos maduros de resposta a incidentes.
- Empresas que adotam inteligência contínua de exposição reduzem drasticamente o risco de incidentes críticos e multas relacionadas à LGPD.
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A superfície de ataque da sua empresa está crescendo diariamente, mesmo que você não perceba. Cada novo sistema publicado, cada integração via API e cada fornecedor conectado amplia as possibilidades de exploração. A única forma de manter controle real é ter visibilidade contínua e especializada.
A Decripte oferece diagnóstico inicial gratuito por meio do Intelligence Center. Em poucos minutos, você terá visão clara de ativos expostos e possíveis vulnerabilidades associadas. Esse é o primeiro passo para reduzir riscos antes que se tornem incidentes críticos.
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