TL;DR — Leia em 60 segundos
- Um em cada três incidentes de segurança envolve fornecedores, parceiros ou terceiros com acesso a dados, sistemas ou infraestrutura crítica.
- TPRM, Gestão de Risco de Terceiros, é o processo estruturado de identificar, avaliar, monitorar e mitigar riscos cibernéticos associados a terceiros ao longo de todo o ciclo de vida do contrato.
- Em 2026, pressões regulatórias como LGPD, normas do Banco Central, ANS e requisitos contratuais tornaram TPRM uma obrigação estratégica, não apenas técnica.
- Sem monitoramento contínuo, due diligence estruturada e cláusulas contratuais robustas, a empresa transfere dados, mas não transfere responsabilidade.
- Implementar TPRM exige governança, tecnologia, métricas e integração com SOC 24x7, resposta a incidentes e compliance regulatório.
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O risco de terceiros não é teórico. Ele já impacta empresas brasileiras todos os dias, seja por ransomware em fornecedor crítico, vazamento de dados em parceiro de marketing ou falha operacional em provedor de tecnologia. Ignorar essa realidade significa aceitar exposição invisível que pode comprometer anos de construção de reputação.
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