TL;DR — Leia em 60 segundos
- 68% das empresas brasileiras não conseguem comprovar conformidade regulatória adequada na gestão de riscos de terceiros, expondo-se a multas da LGPD, Bacen, ANS e CVM.
- A maioria dos incidentes de segurança relevantes em 2025 teve origem em fornecedores, parceiros de tecnologia ou prestadores com acesso privilegiado.
- TPRM não é apenas auditoria documental: envolve due diligence técnica, avaliação contínua de postura de segurança e monitoramento em tempo real.
- Empresas que estruturaram programas maduros de TPRM reduziram em até 45% o impacto financeiro médio de incidentes relacionados a terceiros.
- Em 2026, TPRM deixou de ser diferencial competitivo e tornou-se requisito mínimo de governança, compliance e sobrevivência digital.
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A realidade é simples: se 68% das empresas não atendem às exigências regulatórias relacionadas a terceiros, a probabilidade de sua organização estar exposta é significativa. Esperar um incidente ou uma notificação regulatória não é estratégia aceitável em 2026. A boa notícia é que é possível iniciar agora, com um passo objetivo e sem custo.
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Se sua empresa já possui iniciativas de segurança, avalie também nossos planos estruturados em https://decripte.com.br/planos e aprofunde conhecimento técnico em nosso portal de conteúdos em https://decripte.com.br/artigos. TPRM não é projeto pontual, é jornada contínua de maturidade. Dê o primeiro passo agora e transforme risco invisível em vantagem estratégica controlada.
