TL;DR — Leia em 60 segundos
- A maioria das simulações de phishing em 2026 está aumentando a taxa de cliques porque é mal planejada, previsível e desconectada da realidade operacional da empresa.
- Campanhas focadas apenas em “pegar o usuário” criam fadiga, ressentimento e efeito rebote, elevando o risco real ao invés de reduzi-lo.
- Métricas isoladas como taxa de clique não refletem maturidade de segurança; é preciso medir tempo de reporte, comportamento pós-clique e cultura organizacional.
- Simulações eficazes exigem diagnóstico técnico, segmentação por perfil de risco, integração com SOC e abordagem educativa contínua.
- Empresas que alinham simulações com inteligência de ameaças reais reduzem incidentes concretos e melhoram a resposta a ataques verdadeiros.
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Se sua empresa está conduzindo simulações de phishing e ainda assim percebe aumento de cliques ou sensação de estagnação, é hora de revisar a estratégia com profundidade técnica e visão executiva. O primeiro passo é entender seu nível real de exposição, comparando práticas internas com ameaças atuais do mercado brasileiro.
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