TL;DR — Leia em 60 segundos
- 92% das explorações em 2026 exploram vulnerabilidades já conhecidas e com patch disponível há meses ou anos, evidenciando falhas graves de gestão de vulnerabilidades e atualização.
- O tempo médio entre divulgação de uma falha crítica e sua exploração ativa caiu drasticamente, muitas vezes para menos de 7 dias em ambientes expostos à internet.
- Empresas brasileiras seguem vulneráveis por falhas em inventário de ativos, priorização inadequada de riscos e ausência de processos estruturados de patch management.
- A combinação de varredura contínua, priorização baseada em risco real, automação de patches e monitoramento 24x7 é o único caminho viável para reduzir drasticamente a superfície de ataque.
- Organizações que tratam vulnerabilidades como processo contínuo, e não como projeto pontual, conseguem reduzir incidentes graves em até 70% no primeiro ano.
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A gestão de vulnerabilidades e patches não pode esperar o próximo incidente. Em um cenário onde 92% das explorações utilizam falhas conhecidas, permanecer inerte equivale a aceitar risco desnecessário. O primeiro passo é entender claramente qual é o seu nível atual de exposição.
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