TL;DR — Leia em 60 segundos
- 92% dos conselhos administrativos falham em avaliar riscos regulatórios de cibersegurança durante processos de M&A, expondo empresas a multas da LGPD, sanções da CVM, penalidades do Bacen e passivos ocultos milionários.
- Due diligence de segurança em M&A deixou de ser técnica e tornou-se estratégica: falhas podem reduzir valuation, travar closing e gerar responsabilização pessoal de administradores.
- Riscos invisíveis como incidentes não reportados, shadow IT, contratos frágeis com fornecedores e falhas de governança de dados são os principais vetores de destruição de valor.
- Em 2026, investidores exigem evidências concretas de maturidade cibernética, mapeamento regulatório e planos de integração seguros antes de aprovar aquisições.
- Empresas que implementam due diligence estruturada, com SOC ativo, testes independentes e validação regulatória, reduzem drasticamente riscos financeiros e reputacionais pós-deal.
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Processos de M&A exigem decisões rápidas, mas não podem prescindir de segurança e conformidade. Cada dia sem visibilidade sobre riscos digitais amplia exposição financeira e regulatória. Conselhos modernos incorporam cibersegurança à agenda estratégica, garantindo que valuation reflita realidade tecnológica e regulatória da empresa-alvo.
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