TL;DR — Leia em 60 segundos

  • A due diligence de segurança em M&A deixou de ser um checklist técnico e passou a ser fator determinante para valuation, cláusulas de indenização e até cancelamento do deal em 2026.
  • Falhas de governança cibernética, ausência de inventário de ativos, passivos ocultos de LGPD e incidentes não reportados podem reduzir o valor da transação ou inviabilizar a operação.
  • Investidores e fundos exigem evidências formais de maturidade em segurança, incluindo SOC ativo, gestão de vulnerabilidades, resposta a incidentes testada e compliance auditável.
  • A ausência de due diligence técnica profunda cria risco de sucessão de responsabilidade, multas regulatórias e exposição pública que compromete sinergias pós-fusão.
  • Empresas que estruturam segurança como ativo estratégico conseguem negociar melhor preço, reduzir escrow e acelerar integração tecnológica.

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