TL;DR — Leia em 60 segundos
- Até 31% do valuation de uma empresa pode estar exposto a riscos cibernéticos ocultos identificados após a assinatura de um M&A.
- Incidentes não reportados, vulnerabilidades críticas e passivos regulatórios sob a LGPD têm impactado diretamente preço, earn-outs e cláusulas de indenização.
- Due Diligence de Segurança não é auditoria técnica superficial: envolve análise forense, maturidade de governança, exposição externa, compliance e risco operacional.
- Em 2026, fundos e empresas estratégicas já incorporam cyber risk scoring no valuation — ignorar isso significa pagar caro por ativos invisivelmente comprometidos.
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A proteção do valuation da sua empresa começa antes da assinatura do contrato. Ignorar riscos cibernéticos em M&A significa aceitar incertezas que podem comprometer retorno do investimento e reputação institucional. Em um cenário onde até 31% do valor pode estar em risco, agir preventivamente é decisão estratégica.
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Se preferir conhecer opções estruturadas de proteção contínua, explore também nossos planos de segurança em https://decripte.com.br/planos e aprofunde seu conhecimento técnico em nosso portal de conteúdos em https://decripte.com.br/artigos. O momento de proteger seu valuation é antes do próximo ataque — e antes da assinatura do próximo contrato.
