TL;DR — Leia em 60 segundos
- 83% das transações de M&A carregam riscos cibernéticos não mapeados, impactando valuation, preço final e cláusulas de responsabilidade pós-fechamento.
- Due Diligence de Segurança deixou de ser opcional: em 2026, é fator decisivo para aprovação de investimentos, especialmente sob LGPD e regulações setoriais.
- Incidentes ocultos, credenciais vazadas, ransomware latente e falhas de governança são os principais riscos que derrubam deals ou geram passivos milionários.
- Empresas que integram segurança ao processo desde o pré-deal reduzem em até 40% o risco de contingências ocultas e aceleram a integração pós-aquisição.
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A realidade é clara: ignorar riscos cibernéticos em M&A compromete valuation, reputação e continuidade do negócio. A Due Diligence de Segurança deixou de ser diferencial e tornou-se requisito estratégico. Se sua empresa está avaliando aquisição, fusão ou aporte, este é o momento de agir.
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