TL;DR — Leia em 60 segundos
- Ignorar due diligence de segurança em M&A pode gerar um custo médio de R$ 5,6 milhões por deal em 2026, considerando multas regulatórias, resposta a incidentes, perda de valor de mercado e retrabalho tecnológico pós-aquisição.
- Mais de 60 por cento das empresas brasileiras que passaram por aquisições em 2024 e 2025 relataram passivos ocultos de cibersegurança não identificados na fase pré-deal.
- A ausência de avaliação técnica profunda impacta valuation, cláusulas de indenização, earn-out e até a viabilidade da integração operacional.
- Due diligence de segurança não é apenas auditoria técnica: envolve análise jurídica, regulatória, reputacional e estratégica alinhada à LGPD e às melhores práticas internacionais.
- Implementar um processo estruturado reduz riscos, fortalece poder de negociação e protege o investimento desde o primeiro dia pós-fechamento.
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A decisão de investir em due diligence de segurança não deve ser adiada para as últimas semanas do processo de M&A. Quanto antes a análise começar, maior a capacidade de negociação e mitigação de riscos. O primeiro passo pode ser simples e sem custo inicial.
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