Home > Conhecimento > Board e C-Level: Comunicando Risco Cyber > 87% das Empresas Falham ao Comunicar Risco Cyber ao Board: Diagnóstico Completo para C-Levels em 2026
A comunicação de risco cibernético ao board deixou de ser uma questão técnica e tornou-se uma responsabilidade fiduciária. Segundo o Verizon Data Breach Investigations Report (DBIR) 2024, 68% das violações envolveram o elemento humano e mais de 32% tiveram participação de ransomware ou extorsão. Já o IBM X-Force Threat Intelligence Index 2024 aponta que o Brasil permanece entre os países mais atacados da América Latina, com forte incidência nos setores financeiro, saúde, manufatura e governo.
Apesar desse cenário, a maioria das organizações brasileiras ainda apresenta cibersegurança ao conselho com métricas operacionais desconectadas do impacto financeiro, regulatório e reputacional. O resultado é previsível: subinvestimento crônico, decisões reativas e crises mal gerenciadas.
Este guia apresenta erros críticos, anti-mitos e armadilhas comuns ao comunicar risco cyber para executivos e conselheiros, com base em frameworks como NIST CSF 2.0, ISO 27001:2022, MITRE ATT&CK v14, CIS Controls v8 e exigências da LGPD.
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Organizações maduras tratam cibersegurança como risco estratégico equivalente a crédito, mercado ou operacional.
O board deve receber relatórios periódicos, realizar simulações de crise e participar de exercícios de tabletop.
A maturidade evolui de postura reativa para modelo preditivo baseado em inteligência.
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